terça-feira, 30 de novembro de 2010

Comunicação em redes

Caros colegas educadores


Estamos em plena era da informação e precisamos conversar a respeito da atualização do profissional da educação em relação ao uso das TIs (Tecnologia da Informação) em nossas escolas.
A cada dia, nossos alunos têm acesso as novidades tecnológicas (celulares com acesso a Internet, Netbook,  Iphone, E-book, redes sociais, etc.) e nossas escolas oferecendo aulas apenas com lousa e giz. Temos que repensar a nossa proposta de escola com este público das gerações Y (anos 80), Z(anos 90), que têm como situação semelhante serem considerados “nativos digitais”, pois o risco de frustração na comunicação será enorme. Estamos tendo um desperdício de energia neste sentido e devemos quebrar um paradigma na questão do educador e as novas tecnologias.
Entendo a resistência ao novo, só que não podemos ficar “professauros” no processo educacional. Temos que ser exemplos nesta relação e como agentes de transformação da sociedade, é chegada a hora de entrarmos nesta era.
O uso de tecnologia deve ser assimilada e incorporada pelo sistema educacional e devidamente incorporada em nossas escolas a partir do domínio destas ferramentas pelo educador. Este profissional deverá estar atualizado com estas ferramentas e para isso algumas instituições propiciam a formação continuada a este profissional. De outra forma, o educador deverá procurar esta atualização de forma pró ativa, pois, é o que se espera do profissional de hoje. Estamos em uma etapa que o educador deve estar ainda mais atento as novas situações de empregabilidade.
As instituições educacionais estão se atualizando e equipando suas salas de aula e laboratórios com equipamentos ligados a tecnologia educacional e os educadores estão neste “pacote” de ações. A intenção desta fala é colocar algumas informações que julgo pertinentes a utilização de tecnologia em nossas salas de aulas.
Além do uso de vídeos, Power Point já utilizados em sala de aula, estamos propondo que a interação aluno – professor aconteça de forma “permanente” ou constante e que este processo seja socializado com outros alunos e profissionais na forma de uma rede (afinal a Internet é isso....)
Temos a intenção de propor o conhecimento de processos de comunicação interativos na relação professor – aluno, em que através do uso de aplicativos via Internet, o processo ensino-aprendizagem seja enriquecido e o educando e também o professor consiga obter mais informações e gerar conhecimento.
Para início, preparamos algumas estratégias:
E-mail (correio eletrônico); Blogs; Fórum de discussões
E-mail – forma “tradicional” de comunicação e já em desuso pelos jovens, pois é lento para esta geração. Pode ser utilizado se for bem planejado. O professor pode criar uma conta específica de contato e criar grupos de contato por turmas, postando arquivos, recados, gabaritos, trabalhos de alunos.

Blogs: - O uso desta ferramenta é mais objetiva e consegue atingir toda a rede, desta forma a interação pode ser ainda maior. Necessita de um maior conhecimento e planejamento na execução de como ela será utilizada. O professor pode ter o seu blog e interagir postando um comentário e solicitando aos alunos que respondam a sua postagem; outra forma é postar artigos, textos científicos, inserir links e orientações para pesquisa. Também pode ser utilizado de forma a ser gerenciado pelo aluno e sua turma com o professor orientando sobre os assuntos a serem postados. Esta ferramenta entendo como estimular ao educando uma estratégia de saber utilizar a internet como acesso ao conhecimento e não apenas a informação.
Fórum de discussões:- O fórum de discussão é uma ferramenta de uso simples, e que geralmente divide os assuntos em temas de fóruns e tópicos. O processo de ensino-aprendizagem ocorre a distância durante as interações aluno-aluno e aluno-professor por meio do intercâmbio de idéias, sugestões, impressões e, sobretudo, da negociação a qualquer hora de seus pontos de vista, podendo também ser lido e comentado a qualquer momento.
A intenção é capacitar a equipe pedagógica em relação a estas estratégias educacionais, aproveitando a semana de planejamento do próximo ano letivo, possibilitando ao educador uma maior interação com seu aluno e também colegas educadores. Pretendo que cada disciplina / professor tenha o seu blog e que a instituição tenha através de seu Portal (site) um link de acesso para os blogs dos educadores.
 Até lá...
Luís

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Inclusão Digital

Estamos na era da informação e podemos (devemos) utilizar este momento para possibilitar essa transformação da informação em conhecimento.
Uma forma de conseguir a universalização deste processo é através da inclusão digital, mesmo sabendo das dificuldades de acesso e custo ainda  muito caros no Brasil.
Aqui em nossa região, temos algumas ações neste sentido e pretendo que, com as informações colocadas aqui, estimulem o público a darem mais atenção a inclusão da sociedade no mundo digital.
Em primeiro lugar devo ressaltar a importância da Inclusão digital em nossa sociedade.  Na “era da informação”, a internet tem um papel tem um papel fundamental neste processo, na qual  possibilita as pessoas conectadas acesso às informações em tempo real, globalizadas, acesso as redes sociais, blogs, fóruns de discussões, e-mail, canais de TV, cursos a distância (para este assunto cabe futura postagem),  etc.
Entendo que também a ID possa capacitar a população na questão de ter maior domínio dos aplicativos utilizados nas escolas, empresas etc.

O CIS-GUANABARA (Centro Cultural de Inclusão e Integração Social),  espaço mantido pela  UNICAMP  através da PREAC (Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários) desde 2006. O espaço físico é da Estação Guanabara localizado na Rua Mario Siqueira, 829 – Jd. Guanabara.
Dentro da proposta de prestar serviço à comunidade, o espaço oferece várias atividades durante o ano que não estão ligadas diretamente a Inclusão Digital, mas entendo que ao atrair a população para dentro do espaço, a divulgação de formas de conhecimento diversificada, o visitante tenha contato com outros serviços oferecidos.
O público-alvo é bem diversificado, sendo esta estratégia bem interessante pois não fica segmentado e possibilita o atendimento de muito mais pessoas com necessidades diferentes.
Entre as atividades oferecidas, algumas me chamaram atenção: Curso supletivo (CEEJA), FILC (Festival Internacional de leitura de Campinas) e em especial, as atividades que envolvem diretamente ao conhecimento ligado a informática, como o “Projeto Fabrica da Cidadania” em conjunto com o CDI-Campinas, que capacitam jovens na montagem e manutenção de computadores.
Outro espaço é o CDI-CAMPINAS situada na AV. Nestor Castanheira, 80 – Vila Industrial, que visa a inclusão social através de ações de inclusão digital a população menos favorecida, oferecendo apoio e estimulo as EICs (Escolas de Informática para a Cidadania). Estas ações estimulam a criatividade, empreendedorismo na população, que assim poderá ter acessibilidade a novas fontes de conhecimento, gerando possibilidade de aumento de renda.
O CDI-CAMPINAS tem obtido aumento significativo em suas ações de formação de EIC; capacitação de educadores, monitores; alunos formados e projetos publicados.
Entendo que em nossa região, a inclusão digital deve ser ainda mais fomentada e que empresas realmente sensibilizadas com a questão social, devem procurar parcerias e patrocinar estas e mais ações de cidadania. Se tivermos a intenção de ser uma nação desenvolvida, a questão do acesso a informação deve ser estimulada, facilitada e assim estas informações poderem gerar conhecimento.  Não podemos ficar esperando apenas do setor público estas ações, devemos ser pró-ativos nesta questão.
As nossas escolas particulares podem ser um excelente espaço para estimular as ações de voluntariado na questão de inclusão digital. São espaços privilegiados e que podem abrigar projetos relacionados a esta questão.
A questão é implantar nos projetos pedagógicos espaços de viabilização para estimular os jovens a abraçar a ação voluntária.
links:
Luís